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TutorImobiliário 2011 - OLivro Imóvel residencial sem segredos - Adquira já o seu |
SUCESSO! PROTEÇÃO DO AMBIENTE: NENHUM CUIDADO É DEMAIS (Janeiro 2011) Louve-se no projeto
Terminais Ponta Negra de Maricá, de iniciativa privada, citado
na coluna do
Comentarista, o cuidado dos empreendedores com a
prevenção de acidentes
ambientais, utilizando novas tecnologias, inclusive uma cortina-dique
que
ligará as pontas dos molhes do porto, tornando fechado o
ambiente onde se farão
as operações marítimas relacionadas ao
petróleo e outros materiais poluentes.
MOBILIZAÇÃO
EM DEFESA DO PARQUE DO FLAMENGO (Dezembro 2011) O projeto inicial
para atender à reforma do Maracanã realmente era muito
deficiente quanto à
parte estética, o que provocou decepção no
princípio. Entretanto, problemas
estruturais do estádio obrigaram a uma revisão nos
planos, e um novo projeto
foi elaborado. O resultado parece ótimo, de uma beleza digna do
mais conhecido
templo do futebol mundial. CAMPOS
SURPREENDE (Outubro
2011) Dentro
de seis meses, no Município de Campos dos
Goytacazes nenhuma gota de esgoto será mais lançada rio
Paraíba sem o devido
tratamento. Esta bela notícia chama a atenção
porque se trata de uma localidade
de grande população, a 10ª do interior do
país, com 500 mil habitantes e uma
grande extensão territorial, mais de 4.000km². Lá
também não há mais criança
fora da escola e toda a população infantil foi vacinada,
no mais completo plano
de imunização já realizado no país.
Parabéns!
AJUDA
OPORTUNA (Setembro 2011) Está chegando o fim do ano, época que muita gente aproveita para dar uma guaribada na casa com vistas às festas de fim de ano. Para quem está precisando de uma mãozinha financeira para realizar os melhoramentos, antes da vinda do 13°, a Caixa oferece uma linha de crédito com juros bem camaradas. E estes juros praticamente deixam de existir, pois, com a compra à vista pode-se obter um bom desconto. E o empréstimo só começa a ser pago seis meses após a sua concessão. É bom lembrar que a mão-de-obra não está incluída e são mais de 60 mil os estabelecimentos credenciados no programa. O pagamento pode ser feito em até 5 anos. HOSTELS,
UMA ÓTIMA OPÇÃO (Agosto 2011) As
hospedarias
residenciais estão se tornando uma ótima
opção para os turistas no Brasil. São
mais aconchegantes, na maior parte das vezes mais baratas, sem a
impessoalidade
dos grandes hotéis, e onde se pode trocar
informações com outros hóspedes sobre
passeios e fazer amigos. A
REFORMA NECESSÁRIA (julho 2011) No
Brasil só são
aplicados 10% dos recursos necessários à área de
infraestrutura. Destes 10%, só
um quarto é efetivamente empregado em obras e
melhoramentos. Assim, só 4% são efetivamente
utilizados. Pode parecer uma
notícia péssima, mas tem seu lado bom: graças a
isto, a população está
começando a tomar consciência
da
necessidade urgente de se reformar a obsoleta estrutura administrativa
do país.
Milagre!
(junho 2011) Reação
Rápida (Maio 2011) A
indústria vem
respondendo rapidamente à falta de mão de obra
especializada, cuja formação
deveria ser de obrigação do governo, coisa que, pelo
visto, há muito não temos
no país. Assim, são criados programas de estágio,
palestras em universidades e
escolas técnicas e fornecimento de bolsas. 41% dos
profissionais, mesmo
formados, não têm preparação adequada e
precisam de aperfeiçoamento. Assim,
criam-se treinamentos on the job,
reuniões periódicas e acompanhamento dos superiores
imediatos. A Petrobras
chegou a constituir seu próprio
centro
de ensino, a Universidade Petrobras, para treinar e reciclar seu
pessoal. A
empresa está pagando até cursos no exterior para seus
funcionários.
A
volta das vilas (Abril 2011) UM ALENTO (março 2011) Convênios entre os CREAs e órgãos da Justiça, como o Ministério Publico, estão sendo realizados para melhor fiscalizar e vistoriar a execução das obras dos estádios e instalações esportivas destinadas à Copa. Isto certamente deverá garantir maior segurança e bem-estar para o público durante aquele evento. ALEGRIA
COM ECONOMIA (Fevereiro 2011) Com
o projeto Bairro Maravilha, que
beneficia inúmeras importantes regiões do Rio, oferecendo diversão e qualidade de vida
para a
população nos próprios
subúrbios cariocas onde ela reside, evita-se que os
moradores destas áreas
tenham que sair de seus bairros para locais longínquos em busca de lazer.
AGORA
É LEI (Janeiro 2011) Desde
agosto de 2010 está em vigor a lei que institui a
Política Nacional de Resíduos Sólidos, que
tentará nos livrar dos terríveis
lixões. Se vai ter sucesso, transformando lixo em adubo, novos
produtos e
energia, só o tempo dirá. Uma coisa é certa, a
colaboração terá que ser geral:
do governo, das empresas e de todos nós, cidadãos
CASAMENTO
DA TRADIÇÃO COM O PROGRESSO Uma
bela solução para a construção do novo
Museu de Arte do Rio – MAR na
praça
Mauá, em área do Porto que está sendo
revitalizada, foi encontrada pelos
arquitetos Paulo Jacobsen e Thiago Bernardes, ao reunirem
preservação e
progresso em seu projeto, produzindo integração
entre o velho e o novo. Em vez de
promover uma derrubada geral,
o empreendimento preserva o interessante palacete D.João VI,
demolindo apenas o
antigo hospital da PM, ao lado, sem grande valor arquitetônico. O
Museu
apresentará uma graciosa e leve cobertura que dará
unidade ao conjunto e ainda
terá passarelas que integrarão as duas
edificações. Um exemplo de modernização
com preservação da memória, paisagem e ambientes
tradicionais da Cidade. Um
modelo a ser seguido. SUCESSO! No
bairro carioca de Triagem está sendo implantado
pela prefeitura um modelar conjunto residencial com quase 2500
moradias. Ele
atenderá a 10 mil pessoas, principalmente as vítimas dos
deslizamentos e
enchentes recentes. Facilidade de acesso ao metrô, escolas,
creches, postos de
saúde para a família, clube e toda a infraestrutura de
assistência social para
a população. Um exemplo para novos projetos que vierem a
ser lançados com a
mesma finalidade.
Será
que vai pegar? A Lei 11.888, que assegura às famílias com renda até 3 salários mínimos direito a assistência técnica gratuita para a construção de suas casas, pode ajudar na solução do problema habitacional. Embora muito pouco, é pelo menos uma providência que vem para ajudar. Resta saber se vai pegar. Em
construção, o caro acaba saindo
barato Ao
escolher os
materiais para a construção de sua casa, pense na
manutenção que ela demandará
nos próximos dez anos. Com o tempo, você só
ganhará, tanto
financeiramente quanto em tranquilidade, se optar por
materiais de
baixa manutenção e melhor qualidade. Depois de alguns anos, percebe-se facilmente a construção onde foram aplicados materiais de primeira. Material de segunda acaba, com o passar dos anos, por depreciar o imóvel por sua má aparência. Ao optar por esquadrias de alumínio, em lugar das de madeira, você economizará em tinta, vernizes, anticupim, consertos de empenamento e apodrecimento. Escolhendo piso laminado de fórmica no lugar do de madeira, não gastará com Sinteko, cera, tacos soltos, lixamento, mão-de-obra e sujeira. E os madeiramentos? Quanto poupará em consertos, troca e reposição de peças, se utilizar madeiras como a maçaranduba, angelim, garapa ou itauba? Metais e ferragens de boa qualidade funcionam durante uma década sem dar problemas. Quanto você gastará em trocas de componentes, até aparelhos inteiros, reparos e aborrecimentos comprando aqueles bem baratinhos, de procedência duvidosa, às vezes até adquiridos em camelôs?
IMPORTANDO CONSTRUÇÃO A
pressão de demanda por imóveis de moradia no Brasil
atraiu a atenção
de empresas estrangeiras do setor da construção, que
estão cada vez mais
interessadas em investir do país. Muitas têm
condições de oferecer novas idéias
e tecnologias que poderão ser muito úteis, ajudando-nos a
resolver nosso
crônico déficit habitacional
CASA PRÓPRIA, NÃO ESQUECER OS CUIDADOS AO ADQUIRIR Com
a corrida para
aproveitar as oportunidades para adquirir a casa própria que
surgem a cada dia, é bom não
esquecer algumas
recomendações, entre elas: Prazo
de entrega Na
compra de imóvel na
planta, o contrato deverá informar também o prazo para o
início e a entrega da
obra. A multa por atraso na entrega deve estar incluída nas
cláusulas do
documento. O Memorial Descritivo deverá estar anexado, informando tudo o que o imóvel deverá ter
depois de
pronto, inclusive no que se refere ao acabamento. Desistência
e rescisão Verifique
se há prazo de carência, período em que o
incorporador poderá desistir do
empreendimento (Artigo 34 da Lei 4.591/64 que
dispõe sobre Condomínio,
Edificações e as Incorporações
Imobiliárias), bem como a época e a forma de
cessão de direitos ou
transferência do contrato. Informe-se sobre os casos em que haja possibilidade de rescisão, e se estão fixadas as condições para a devolução dos valores pagos, no caso de inadimplência do adquirente. RETROFIT O retrofit – modernização de edificações antigas, dando-lhes todo o aparato tecnológico moderno - é uma bela solução que vem sendo cada vez mais utilizada no Rio. Com ela, a cidade não se descaracteriza e se soluciona sem sujeira o problema da falta de terrenos para grandes empreendimentos destinados à instalação de empresas em sua área central. E ainda, nos casos de imóveis tombados, os empreendedores recebem isenção fiscal. Quando
o
tradicional vira moderno Esta
tomando força, com o advento do
aquecimento global, a idéia de se construir segundo os costumes
e padrões
antigos da nossa região, muito corretos, com pés-direitos
de 4,5 metros ou
mais, muitas e grandes janelas localizadas em faces opostas dos
cômodos para
permitir a ventilação cruzada; nível
da
soleira alto, longe do solo; varandas altas que, sem escurecer o
ambiente,
protegem a fachada do sol direto, e o forro ventilado. É
só visitar, por
exemplo, o setor antigo do Palácio Duque de Caxias em frente ao
Campo de
Santana, ou as sedes das fazendas coloniais da Serra para verificar
como isto
funciona bem. E que economia de ar- condicionado!
TENDÊNCIA
DE VALORIZAÇÃO DE IMÓVEIS Uma
rara
oportunidade se abre para quem está querendo investir para fazer
um pé-de-meia
para sua aposentadoria: aplicar em imóveis localizados em
áreas escolhidas do
Rio de Janeiro. A tendência é que eles se valorizem muito
até a Copa do Mundo
de 2014 e a Olimpíada de 2016. Os riscos são
mínimos, se o empreendimento
imobiliário escolhido for de uma empresa tradicional e
idônea. Pesquise bem e
procure uma boa assessoria, se lhe interessar.
De
grão
em grão a galinha enche o papo Depois que você leu O Comentarista, deve estar interessado na idéia de economizar em sua casa. Então, vai aqui uma outra dica útil: o banho de custo mais barato é o feito com aquecedor a gás de passagem, a seguir vem o de acumulação a gás, depois o chuveiro elétrico e finalmente o mais caro, o elétrico de acumulação. Na verdade, o mais barato de todos é o solar, mesmo com aproveitamento de 80% (devido a dias nublados e chuvosos). Como sua instalação é, porém, a mais elevada, convém fazer um estudo cuidadoso antes de instalar este equipamento. Porto Maravilha Até
que enfim um plano que utiliza de forma adequada, como
se deve, a tal parceria público-privada: a segunda etapa do
Porto Maravilha. A
Prefeitura, alterando o uso do solo e as normas para
edificação e destinação
dos imóveis localizados na Zona Portuária, transformada
em área Especial de
Interesse Urbanístico - AEIU, abriu oportunidade
para o uso dos Cepacs (Certificados de
Potencial Adicional
de Construção). Desta forma, tanto empreendedores como
quaisquer cidadãos interessados
em investir em novos papéis garantirão os recursos para o
projeto de
revitalização da região. Cada título
deverá ficar em torno de 400 reais,
portanto, acessível a quase toda a população. E os
governos não poderão deixar
o empreendimento descalçado, já que sua
realização implica o renome
internacional da Cidade e do País.
Muros
“acústicos”
Olimpíada
do Rio: oportunidades de investimento Crescem
a cada dia as
chances de o Rio vir a sediar a Olimpíada de 2016. Certeza
só teremos em
outubro, quando se dará a escolha da cidade-sede deste que
é o maior evento
esportivo do mundo. Um dos setores mais favorecidos com a
indicação de nossa
cidade será o setor da construção e o
imobiliário. A rede hoteleira será
duplicada. Os imóveis se valorizarão extraordinariamente,
tornando-se um ótimo
investimento. Mas cuidado com os especuladores e golpistas que sempre
surgem
nestas ocasiões. Cautela nunca é demais. Para investir,
procure áreas nos
trajetos dos novos equipamento de transporte que se instalarão e
nas áreas
voltadas para a hospedagem, competições e lazer. As
ações das construtoras e
empreiteiras subirão. Projetos turísticos e de
diversão surgirão, criando
ótimas oportunidades de negócios. Aproveite.
LIBERDADE
DE LOCOMOÇÃO PARA OS DEFICIENTES Toda
a nossa frota de ônibus, e também barcas, trens
urbanos e metrôs – bem como seus terminais -
deverão estar adaptados até 2014 para
atender às pessoas portadoras de
deficiência física. Todos os
ônibus
novos que estão entrando em circulação se
encontram dentro dos padrões estipulados
pela Associação Brasileiras de Normas Técnicas.
814 dos 20 mil coletivos do Rio
já estão trafegando com as necessárias
adaptações. Afinal, 5% da população
trabalhadora do país sofre de algum tipo de deficiência
motora, auditiva,
visual ou de outros tipos.
REFORMAS
BEM-VINDAS A
estabilização dos preços dos materiais está
produzindo
um fenômeno interessante. O surgimento de grande número de
obras relacionadas
ao conserto ou recuperação de edificações
por parte de particulares.
Geralmente, quando um proprietário vê um melhoramento na
casa do
vizinho, procura fazer o mesmo. E
é
realmente uma boa oportunidade para isto. Uma bela reforma pode
até dobrar o
preço de um imóvel e até valorizar a rua onde ele
se encontra.
RIO:
MAIS
VIVO DO QUE NUNCA! O
prefeito Eduardo Paes
continua obstinado em sua idéia de transformar a área do
porto do Rio em uma
atração da cidade. Em breve serão realizadas ali
convenções, e para o
futuro próximo já estão previstos um
aquário gigante, exposições,
restaurantes e comércio típico. E a alguns
passos dali, há atrações
magníficas, como o Convento de São Bento, a Ilha Fiscal,
a Casa França-Brasil,
o Museu da Marinha, o Paço, a Praça XV e seu
entorno, a Cidade do Samba. Tudo
isto se constituirá num novo polo turístico da cidade e
provocará, sem dúvida,
uma revitalização da região com a
renovação do casario da Saúde, Gamboa e Santo
Cristo, originário do início do século passado. E
quem sabe até poderemos
utilizar o leito da antiga via férrea que corre paralela
à Av. Rodrigues Alves
para implantar uma linha de pré-metrô que passe pela
Rodoviária e integre
esta e a região portuária ao sistema metroviário
da cidade. Antigo
hotel Méridien O grupo
Windsor adquiriu o edifício do antigo
hotel Méridien, que ameaçava ser transformado em sede
administrativa de alguma
grande empresa, como chegou a ser cogitado, o que seria um
contrassenso, visto
que estamos precisando demonstrar interesse na ampliação
de nossa rede
hoteleira, se quisermos fortalecer nossa candidatura à sede da
Olimpíada de
2016. Campanha pelas
coberturas brancas ou verdes Todos veem com simpatia
esta campanha pelas coberturas brancas ou verdes, já que a
reflexão pela cor
branca ou a cobertura vegetal reduzem o calor dos interiores, baixando
o
consumo de energia devida à refrigeração.
Porém, é preciso lembrar o alto custo
das tintas e impermeabilizantes especiais exigidas para a pintura
reflexiva e,
mais ainda, o preparo da estrutura das edificações para
receber vegetação em
seus telhados. Afinal, são mais 50kg por metro quadrado. Mas,
nos projetos de
novas edificações deveremos sempre
elaboração levar em consideração este
aspecto.
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FOI MAL! POLUIÇÃO VISUAL DO RIO (Janeiro 2011) MAM NO MEC (Dezembro 2011) Como pegou muito mal este projeto de usar a Aterro do Flamengo como propriedade particular, por que não propõe que o centro de eventos que se pretende instalar na Marina seja transferido para o prédio do atual MAM, que é muito pouco frequentado, especialmente depois do incêndio ali acontecido? Ele poderia ser transferido para um local mais adequado, como o Palácio Capanema (antigo Ministério da Educação). Bastaria construir ou adquirir, na área do Porto, ou em outro local, um novo prédio administrativo para abrigar os serviços do Governo federal que permanecem funcionando no prédio da Graça Aranha.
GASTAR EM MANUTENÇÃO PRA QUÊ? (Novembro 2011) Não adianta
reclamar. Continua a mania de os administradores públicos
só se preocuparem com
as obras (especialmente a inauguração) e não com
sua conservação. Os exemplos
estão aí à vista de todos: pontes e passarelas
quase novas já caindo aos
pedaços, estradas esburacadas e apagões (os do
Estádio do Engenhão acontecem simplesmente
porque o no-break não funciona devido
à falta de manutenção). E a maioria da
população também age assim. Uma
característica
cultural que precisa ser mudada. Afinal, conservar é mais barato
do que
refazer.
PATENTES
VERDES (Outubro 2011) O Brasil decidiu, através do INPI, acelerar a aprovação das chamadas “patentes verdes”, aquelas relacionadas à tecnologia de baixa emissão de carbono. Com o desequilíbrio do clima em todo mundo, toda iniciativa como esta é sempre bem-vinda.
DÉFICIT
DE COMPETÊNCIA (Setembro 2011) O
déficit na
balança comercial referente aos produtos de tecnologia foi de R$
50 bilhões no
primeiro semestre deste ano. Este déficit cresceu 33% em 12
meses. O Brasil está sendo
desindustrializado, um verdadeiro
crime contra o povo brasileiro. MURO
ALTO RESULTA EM... "MÃOS AO ALTO" (Agosto 2011) Chama
a atenção nos
assaltos a residências, especialmente em São
Paulo, as quais geralmente são providas de muros
altos. Ao contrário do que se pensa, muro alto
não representa um grande empecilho para os ladrões. Podem
até estimulá-los,
pois após saltar estas pretensas defesas (o que é muito
fácil para eles), os
criminosos ficam protegidos da vista da vizinhança e dos
passantes na rua. Hoje
há muitos recursos para proteger com muito mais eficiência
uma moradia. O Tutor
Imobiliário traz bastantes informações sobre o
assunto. BAIXA
QUALIDADE (julho 2011)
Mentira
tem pernas curtas (junho 2011) “Indústria
chinesa” (Maio 2011) Todos
sabemos que a
famosa e competitiva “indústria chinesa” que vem
ocupando o mercado
internacional nada mais é do que uma colcha de retalhos formada
por algumas
empresas locais mescladas com outras transnacionais que se instalaram
na China
para aproveitar naquele país um grande mercado reprimido e sua
mão de obra “muito
barata”, ideal para fabricar produtos baratos. Por exemplo: os
metrôs
ching-lings que estamos adquirindo de lá têm motor
Mitsubishi (japonês),
ar-condicionado australiano, sistema de portas IFÉ
(austríaco), freios Knorr-Bremsse
(alemães) e assim por diante. Então,
por que não
produzir logo estes veículos aqui, que são de encomenda
governamental, já que
precisaremos utilizar permanentemente e cada vez mais estes e outros
equipamentos ferroviários de transporte de passageiros e de
carga? Experiência
nós
temos, pois fabricamos aviões e navios, somos grandes
exportadores de ônibus,
já produzimos no passado caminhões pesados nacionais
(FNM) e carros de combate
de primeira categoria (Engesa) e até mesmo veículos
ferroviários de passageiros
(Santa Matilde e FNV). Então, por que não produzir logo
aqui no país as
composições de metrô? Seria mais uma importante
fonte de empregos industriais,
criação de tecnologia e agregação de
insumos.
Problemas
na área do petróleo e construção (Abril
2011) AMADORISMO ADMINISTRATIVO (março 2011) Até
parece que
ninguém sabe que uma Copa do Mundo e uma Olimpíada
serão realizadas em breve no
Brasil. O atraso nos preparativos em
todas as áreas é impressionante. Em São Paulo
ainda há dúvidas até sobre
quando, como e onde se construirá o estádio. E a
prefeitura paulistana precisa
ter as informações para executar as obras de apoio:
transporte, acesso viário,
abastecimento, fornecimento de serviços,
comunicação, sinalização,
infraestrutura sanitária etc. Pela demonstração de
amadorismo e
incompetência como esta, podemos constatar que vamos custar
muito a deixar
o terceiro mundo. ADEUS AO VERDE (Fevereiro 2011) A extrema valorização das terras no Brasil decorrente do aumento dos preços das commodities em consequência da ampliação da demanda de alimentos no mundo se tornou uma ameaça para nossas florestas. Como vivemos num país desordenado, corremos o sério risco de ficarmos sem elas. A FUGA DOS ESTUDANTES (Janeiro 2011) 50%
dos alunos de engenharia abandonam o curso em seus
dois primeiros anos, em consequência da má
formação dos cursos de ensino médio
e da decepção com a qualidade do ensino superior. E
teremos um déficit de 150
mil profissionais no setor até 2012, segundo a CNI,
Confederação Nacional da
Indústria.
PROGRESSO
ACIDENTAL Só
agora é que todos estão se dando conta de
que o boom de progresso havido nos
BRICs foi apenas resultado da busca das empresas transnacionais por
mercados em
expansão, tendo em vista a saturação
econômica da Europa e dos Estados Unidos.
O desenvolvimento rápido resultante do ingresso maciço de
capital nestes países
se daria de qualquer forma, mesmo que na chefia de seus governos
estivesse um
bando de chimpanzés. No Brasil, o pouco que teria de ser
realizado por sua
administração para garantir o bom aproveitamento destes recursos não foi feito, que
seria
a criação de uma
infraestrutura capaz de
absorver os investimentos trazidos pelos estrangeiros e
transformá-los em
riquezas permanentes para a população. Assim, não
temos portos, pesquisa,
sistemas de transporte, habitação, saúde e
educação. Hoje o Brasil só forma 30
mil engenheiros por ano, enquanto a Rússia prepara 220 mil e a
China 350 mil. É
preciso dizer mais alguma coisa? Alguém vai ficar para
trás nesta corrida.
Adivinhem quem.
FOI
MAL! Para
se ter uma ideia da gravidade da situação
habitacional do Brasil, para resolver razoavelmente o problema,
precisaríamos
entregar à população nada menos do que 25
conjuntos residenciais similares a
este de Triagem por mês durante 12 anos – três
mandatos presidenciais
consecutivos. Seriam em torno de 530 canteiros de obra
simultâneos pelo país
durante estes 12 anos. Durante os últimos oito anos, no entanto,
só foram
entregues realmente 200 mil residências para a
população de menor renda, e
assim mesmo sem a estrutura social ideal para os moradores. Nem 4% do
que seria
necessário.
Prioridade Na
construção, muito papo e pouca
ação. Em época de
eleição fala-se sempre em dar prioridade a isto ou
aquilo, saúde e educação,
por exemplo, uma promessa recorrente em todas as campanhas. Mas tudo no Brasil, na situação
em que nos
encontramos, é prioritário. De que adianta dar
educação de qualidade e
atendimento de saúde às crianças, se elas ao
chegar em casa encontram um
barraco asqueroso na beira de um córrego imundo que serve de
esgoto, com uma
vizinhança de ratos, baratas e mosquitos?
Atraso secular Mantido o ritmo de execução das obras de saneamento do país nos últimos 8 anos, levaremos um século para alcançar os padrões sanitários hoje existentes na Europa (é claro que quando chegarmos lá, a Europa já estará outro século à frente). Hoje temos apenas 30% dos rejeitos tratados adequadamente, e só 50% das nossas residências têm um sistema completo de serviços de água e esgoto. Um atestado de atraso. Em compensação, como as eleições estão aí, as comunidades carentes vão receber uma porção de bondinhos teleféricos ligando os altos dos morros. Não vão servir para nada, mas que visual!
INJUSTIÇA
NO FEIRÃO DA CASA PRÓPRIA No famoso Feirão da Casa Própria “esqueceram” das famílias que ganham menos de R$ 1.395,00, exatamente as mais numerosas e que mais necessitam de moradia. Se houvesse consciência no orçamento da República haveria recursos para atender a esta gente que, infelizmente, continuará morando de improviso em barracos pendurados nos morros, aterros, brejos e sob os viadutos. ATRASO SECULAR NO SANEAMENTO Mantido o ritmo de execução das obras de saneamento do país nos últimos 8 anos, levaremos um século para alcançar os padrões sanitários hoje existentes na Europa (é claro que quando chegarmos lá, a Europa já estará outro século à frente). Agora vêm as promessas eleitorais apresentadas em forma de projetos salvadores. Hoje temos apenas 30% dos rejeitos tratados adequadamente, e só 50% das nossas casas têm sistema de completo de serviços de água e esgoto. Um atestado de atraso. MUITO
PAPO, POUCA AÇÃO Está sendo travada por falta de mão-de-obra especializada a expansão das atividades na área da construção, hoje sob forte demanda após a promoção que o Rio e o Brasil receberam com a realização aqui da Copa e as Olimpíadas, além das contingências internacionais, com empresas e investidores em busca de novos mercados. São mais uma vez o despreparo e a falta de planejamento prejudicando o progresso do país. Morar
com qualidade é um direito Para
principalmente atender aos planos
habitacionais oficiais, as condições das
edificações foram se reduzindo até
chegarem em alguns locais ao pé-direito de 2,2 metros, às
escadas-caracol de
60cm dentro de casa, às janelas de 1m², quartos de
6m², cobertura de telhas
onduladas de fibrocimento sem forro e
outros absurdos. As melhores residências destes planos de moradia
para a
população de baixa renda, aquelas que aparecem nas fotos
de propaganda, são
muito poucas e só existem para fins promocionais. O que se
exige basicamente para as casas populares é que no
mínimo tenham, além da boa qualidade do projeto e dos
materiais empregados,
altura interna de 2,8m para mais, janelas de 1,5x1,5m, laje sob o
telhado, dois quartos com 12 e
9m², cozinha e banheiro completos e equipados. E se houver escada,
que siga a
fórmula tradicional: 2h + p = 63cm, sendo h, a altura (espelho);
e p, o piso do degrau, que deverá ter 18,5cm de
altura máxima. Chega de morar em galinheiro.
ENCHENTES
MOSTRAM A REALIDADE Na verdade, o Brasil precisa de 14 milhões de habitações novas, não os 6 milhões comumente propalados. Não é só dar moradia para quem não tem casa e reside em vagas, casas de aluguel, precariamente de favor, em casas dos pais ou parentes, cabeças-de-porco, palafitas ou casebres improvisados. Há milhões de pessoas que têm casas normais, mas em locais inadequados, encostas, áreas de preservação, alagadiços, várzeas, ocupações ilegais, favelas, terrenos em áreas sem urbanização. E só 50% das moradias têm instalações sanitárias completas no país. Seria preciso construir mais de um milhão de habitações a cada ano durante 12 anos para solucionar este problema. Nestes últimos 8 anos, entretanto, o governo só entregará 250 mil casas à população , isto é, 14,25% do necessário. Do milhão de casas de que carecemos construir anualmente, só pouco mais de 31 mil unidades estão sendo produzidas. É preciso dizer mais? Calma, pessoal! Foi anunciado aumento de até 30% nos preços dos materiais de construção no mês passado, o que pode assustar o consumidor e precipitar ou suspender suas compras. Na realidade, os preços do setor se mantiveram quase estáveis. Houve apenas algumas elevações pontuais, resultante da alta de algumas matérias primas, como cobre e petróleo, que influenciam preços de fios e tintas, por exemplo. Nada de assustar. O mercado anda estável e equilibrado. Áreas Desocupadas no Rio de Janeiro Pioraram os ataques às áreas desocupadas com o anúncio da olimpíada no Rio e das obras de melhoramentos, especialmente na Zona Sul. Agora, ninguém segura mais a especulação. O Estado do Rio precisa de um milhão de residências para resolver seu problema habitacional, metade na capital. Ninguém mora nos morros por prazer, sem endereço que lhe dê cidadania, sem serviços públicos, sem ruas normais que não enlameiem suas roupas e sapatos, sem segurança, sem garantia de atendimentos de emergência – bombeiros, ambulância, defesa civil, policia. Existe solução, mais barata que o trem-bala ou a transposição do São Francisco. Haverá um dia quem se disponha a aplicá-la? Senta
que o leão é manso Há
proprietários de
casas que andam assustados com os comentários sobre os perigos
do uso do
cimentoamianto na confecção telhas e caixas
d’água. Na realidade, a grande
ameaça não é para quem utiliza os produtos que
empregam este material, mas para
quem lida com ele, fabricando ou instalando. O principal vilão
da estória é o
pó que é aspirado durante o corte das peças.
Portanto, não há necessidade
urgente de trocar sua caixa ou telhado de cimentoaminato. Se quiser
fazê-lo,
faça-o; mas não precisa entrar em pânico.
Fique
atento para a especulação Dizem
que em tempo de
guerra, mentira é como terra. Em tempo de projetos de governo na
área da habitação,
também. E surgem as distorções. Como a expectativa
do número de moradias a
serem entregues pelos planos governamentais é muito menor do que
o
esperado, as favelas, em vez de diminuir, estão aumentado,
pois muitos,
atrás de boatos, estão se
instalando
nelas com a esperança de ter sua casa própria legalizada.
MANUTENÇÃO
URBANA, SINAL DE CIVILIZAÇÃO Estão vindo aí a Copa do Mundo e, quase certamente, a Olimpíada do Rio. Para isto, os governos se mobilizam para executar as obras que serão necessárias para realizar estes grandiosos eventos. Mas uma cidade que não consegue sequer conservar banheiros públicos e um de seus principais logradouros centrais, a Praça XV - deixando que levem até suas escadas rolantes! – terá condições de promovê-los? A permanente manutenção dos equipamentos urbanos é obrigação da administração pública e rotineira nas cidades civilizadas. No Brasil, não. Constroem-se parques, praças e ruas, e estes são deixados ao deus-dará logo após sua festiva inauguração. De tempos em tempos, só depois de deteriorados, estes logradouros são reformados por um custo muito superior ao que seria o da sua simples manutenção. Por que não utilizar, por exemplo, neste caso, a mão-de-obra dos moradores de rua – que se tornaram outra enfermidade das nossas cidades – para ajudar nesta tarefa? As pessoas que estiverem nestas condições e forem doentes devem ser recolhidas e tratadas. As válidas, contratadas para o trabalho de manutenção. É uma forma de resolver dois problemas de uma só vez. O que não se pode mais admitir são as operações caça-mendigos às vésperas dos grandes eventos. O novo prefeito do Rio, que pegou a cidade em estado precário, mas parece ter uma mentalidade nova e disposição para o trabalho, talvez consiga finalmente fazer do Rio um exemplo de manutenção urbana para o país. A beleza de uma cidade depende muito da sua conservação. EXCESSO
DE ZELO São
de se elogiar os cuidados dos órgãos governamentais
responsáveis pelo meio ambiente. Mas eles estão
exagerando em alguns casos,
atrasando até empreendimentos destinados ao saneamento urbano,
que resultarão
exatamente na preservação da natureza. Há projetos
empacados há 4 anos em
algumas destas entidades, o que está levando empresas a iniciar
obras sem a
devida licença ambiental para evitar prejuízos
irreparáveis. Enquanto isto, sem
qualquer controle,
construções irregulares e ilegais continuam se
disseminando por todo o país sem
o menor controle, poluindo em larga escala. Quem entende?
CUIDADO
NAS COMPRAS! Não
é para
aborrecer ou simplesmente fazer negócios que tanto insistimos
neste nosso site
que todos verifiquem cuidadosamente a situação dos
imóveis que irão adquirir. É
só ver o que está ocorrendo na comunidade de Rio das
Pedras. É triste conhecer
famílias que aplicaram suas economias na aquisição
de sua casa e agora vêem que
a estão perdendo. Um grande problema que poderia ser evitado com
cuidados um
pouco trabalhosos, mas eficientes. Vai adquirir imóvel ou
construir sua casa?
Não custa nada ler as recomendações do nosso GUIA
SUA CASA e consultar alguém
da área imobiliária, arquiteto, engenheiro, corretor ou
advogado de
sua confiança. Uso
incorreto de aparelhos sanitários Pesquisa
realizada há
algum tempo demonstrou que muita gente não sabe utilizar
adequadamente as
louças e aparelhos sanitários da casa. O uso correto
é o seguinte: Vaso
sanitário -
Ao ser usado como mictório pelos homens - além, é
óbvio, de levantar o assento
de plástico -, eles deverão se postar de pernas meio
abertas um pouco sobre o
aparelho e não afastados e à frente deste. Bidê
- A mulher deverá
utilizá-lo sentada de frente para as torneiras e não de
costas, como é comum. Ducha
higiênica - Só na
hora em que tiver de ser utilizada a torneira do aparelho deverá
ser aberta,
sendo então acionada a alavanca. Concluído o uso, a
torneira deverá ser
fechada. Chuveiro
- Em vez de se
ensaboar durante a chuveirada, o que representa um desperdício
de sabonete e
água, além de não permitir uma limpeza eficiente,
quem estiver se
banhando deverá obedecer a seguinte seqüência:
em primeiro lugar,
molhar-se por completo, desligando a seguir o chuveiro; depois,
ensaboar e
esfregar o corpo; e, finalmente, religar o chuveiro e se
enxaguar. Simples
assim e ajuda a
economizar água, preciosa água. Críticas aos
muros chamados de
ecolimites Muitos
estão criticando fortemente a construção dos
muros chamados de ecolimites
no entorno das favelas, comparando-os aos muros de Berlim e
Jerusalém.
Infelizmente não nos lembramos de alguma
reclamação que estas mesmas pessoas
tenham feito contra a falta de uma política habitacional por
parte dos
governos, quando as favelas começaram a ocupar todos os morros e
espaços verdes
do Rio, o que levou a esta medida extrema, que servirá de
paliativo até que se
tomem providências sérias que visem erradicar a
sub-habitação no país que leva
à degradação social.
Pisos lisos
não param de mandar gente para os hospitais Os acidentes
domésticos continuam sendo os maiores fornecedores de
pacientes para as emergências dos hospitais. Entre eles se
destacam os tombos
por escorregão em banheiros, áreas e cozinhas. É
incrível, mas ainda há gente
que não coloca pisos antiderrapantes nos boxes dos banheiros,
por exemplo. Na
instalação destes recintos não se deve levar em
conta apenas a beleza e a
dureza dos pisos, cuja resistência à abrasão vai de
0 a 5 na escala PEI
(Porcelain Enamel Institute) -, mas também o CA (coeficiente de
atrito) que vai
de 0 a 1. Peças com CA igual ou superior a 0,4 ajudam a evitar
os escorregões.
Confira nas embalagens do produto. Devemos sempre considerar este fator
na hora
da compra.
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