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Agência
Boletim - 10 anos informando DIREITOS RESERVADOS |
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PLANEJAMENTO ZERO Já
está indo embora
mais uma oportunidade de transformarmos a sociedade brasileira numa
comunidade
civilizada e equilibrada. Empreendimentos como o Arco Metropolitano, o
Comperj
e o novo terminal marítimo de Maricá para o
pré-sal – Terminais Ponta Negra - poderiam
se tornar instrumentos desta transformação. Bastaria dar
qualificação profissional
para a população das comunidades pobres do Rio,
tirá-la das encostas dos
morros, oferecendo-lhes bairros perfeitamente urbanizados ao longo do
Arco
Metropolitano, próximos aos novos centros de trabalho, onde
haveria emprego
garantido. Permaneceriam nas atuais comunidades apenas aquelas pessoas
que
residem em áreas sem risco, de pouco declive, que possam receber
ruas dentro
dos padrões normais, sem maiores obras de
contenção. Mas para um projeto deste
tipo seria preciso inteligência, operacionalidade, honestidade,
capacidade de
organização e disposição para trabalhar,
qualidades infelizmente não
disponíveis entre a classe política governante do Brasil.
ATRAVESSANDO
O SAMBA (Dezembro 2011) O
Sambódromo do Rio está passando por importante
obra de ampliação e modernização, já
com vistas à realização da Olimpíada.
Só
faltou remover o prédio à porta da passarela, que
é do Juizado
de Menores. Não faz mais sentido sua existência naquele
local, vizinho ao
Terreirão do Samba. Ali poderia ser erguido mais um
módulo de arquibancada,
réplica da que existe em frente. Outro
problema que precisa ser sanado no Sambódromo é o que se
relaciona ao ingresso
dos carros alegóricos na pista de desfiles. Eles vivem
enguiçando devido ao
fato de serem obrigados a realizar uma curva muito fechada ao entrar na
passarela, o que ocasiona frequentemente a quebra
dos veículos, redundando em atrasos nos
desfiles e perda de
pontos para as escolas. UM BOM EXEMPLO (Novembro 2011) O Bairro Carioca, projeto da Prefeitura do Rio no bairro de Triagem, construído para atender à população de baixa renda, principalmente pessoas que perderam suas casas em enchentes, é um exemplo que precisa ser seguido. Ele reaproveita os equipamentos e instalações antigos deixados no terreno pela Light, sua proprietária anterior. Assim, o prédio de entrada do início do século passado será transformado em Clínica da Família, um antigo pavilhão de serviço se tornará uma creche, um prédio administrativo abrigará o Centro Cívico - um espaço de convivência e de prestação de serviços para os moradores -, e até uma antiga caixa d’água será conservada para manter as características do local. E não há apartamentos de fundos, todos são de frente para a rua. É um trabalho que demonstra consideração com a população, e principalmente, respeito a ela. FALTA DE INFRAESTRUTURA, SOLUÇÃO: ENXUGAR A MÁQUINA (Outubro 2011) CONCORRÊNCIA EXTERNA (Setembro
2011) A
fiscalização
sobre a contratação de profissionais estrangeiros pelas
empresas que atuam no
país, deslocando os trabalhadores nacionais, está se
tornando mais rigorosa. O
problema é que, como somos pobres em tecnologia, devido aos
poucos
investimentos nas áreas científica e tecnológica,
estamos assumindo projetos
prontos vindos do exterior, que só podem ser tocados por
técnicos que os
conheçam. Mas há casos em que a contratação
dos estrangeiros é desnecessária. E
é nestas ocasiões em que fiscalização
precisa ser rígida. FIM
DAS GRADES (Agosto 2011) A
prefeitura do Rio
optou em boa hora por retirar as grades que cercam praças e
parques da cidade.
Tem apoio de todos os arquitetos e urbanistas, e da
população em geral, pelas
vantagens estéticas e funcionais que esta medida proporciona. O
curioso é que
cercar as praças, em vez de aumentar, só serviu para
reduzir a frequência do
publico a estas áreas de lazer. Ninguém se sente à
vontade confinado em
qualquer lugar, mesmo ao ar livre. Afinal, quem tem de ficar
atrás das grandes? As grades só foram boas mesmo para
produzir grandes negócios. Uma sugestão: com a verba
economizada na manutenção
e o faturamento com a venda do material retirado, por que não
criar equipes de
zeladores permanentes para trabalhar nestes logradouros? Eles fariam
pequenos reparos,
comunicariam problemas maiores, trocariam lâmpadas, fariam a
limpeza, evitariam
depredações e pichações, enfim, fariam
permanentemente a manutenção do local,
evitando sua deterioração, o que representaria, no final
das contas, uma bela
economia para o Município.
EXPANSÃO
HORIZONTAL (julho 2011) As
cidades
verticais estão começando a sair de moda. As comunidades
urbanas com centros
gigantescos cercados por bairros superpopulosos tendem a acabar com a
introdução da polinuclearização das
cidades, a criação de vários centros
menores. Uma boa sugestão para estimular e acelerar
este processo é fazer com que as linhas de
metrô e vias rápidas de tráfego sejam levadas para
áreas de baixa densidade
habitacional. Isto contribuirá para disciplinar e dirigir a
expansão urbana,
ajudando a distribuir melhor a população. Vai erguer sua casa? (junho 2011) Procure
antes conhecer as
novidades do setor da construção.
Prevenção
e Reparação (Maio 2011) Atualmente,
se
aplicarmos 10 vezes mais na prevenção das
catástrofes naturais, vamos gastar 10
vezes menos para reparar seus estragos. Como sempre, prevenir é
melhor do que
remediar. Vamos
caprichar nas rodovias (Abril 2011) Já
que – até que
enfim! - estamos tomando algumas providências com vistas à
preservação do meio
ambiente com relação às grandes obras, por que
não fazemos o serviço completo e
proibimos a edificação de moradias e
edificações urbanas em geral –
exceção para
postos de gasolinas, lanchonetes, oficinas e atividades relacionadas ao
tráfego
- ao longo das rodovias, e além disto imponhamos o afastamento
das estradas,
ruas e avenidas das praias nos locais em que elas corram paralelas
à orla
marítima? São providências simples que
melhorarão muito as condições de vida
das pessoas, e darão uma importante contribuição
para a proteção da natureza e
as paisagens. MORAR BEM (março 2011) Não
basta oferecer
casas para a população. Elas têm que ter boa
qualidade. E não é o que vem
ocorrendo nos empreendimentos imobiliários vinculados ao
Governo. As moradias
devem ter características mínimas de conforto, como
dispor pelo menos de um
quarto no andar térreo nas casas assobradadas e, em todas, dois
banheiros e
cozinhas azulejados até o teto, varanda, estacionamento coberto
e área de
serviço. Fora isto, é construção apenas
para figurar em estatísticas com vistas
à propaganda. PLANO
DIRETOR TRAZ ESPERANÇA Nós
da Agência Boletim ficamos surpresos com o surgimento de uma
administração
moderna baseada em planejamento na atual prefeitura do Rio. Desde
Carlos Lacerda, o mais honesto, inteligente e competente administrador
público
surgido no Brasil, os cariocas não tinham um plano diretor para
a sua cidade.
Só agora aparece Eduardo Paes, que produz esta ferramenta
indispensável para o
desenvolvimento equilibrado de qualquer cidade. E começa a
remunerar bem quem
serve ao público, como os médicos (dentro do regime da
CLT), com vencimentos de
até 12 mil reais. Ao que parece, o atual alcaide carioca estudou
o trabalho
eficiente de Lacerda. Para se ter ideia do que foi a
administração lacerdista,
em apenas 5 anos ele tirou o Rio da bancarrota, construiu 200 escolas
primárias
(oferecendo alimentação e completa assistência
social e material para os
alunos, além de remunerar bem os mestres, que disputavam
acirradamente as vagas
para o ensino e eram estimulados). Ampliou em 30% a capacidade de
atendimento –
de alta qualidade - dos hospitais, edificou 12 mil casas populares (a
população
favelada era de apenas 138 mil pessoas na época), construiu a
Estação de Tratamento do Guandu (43km de
túneis cavados na rocha, resolvendo definitivamente o problema
da crônica falta
d’água no Rio, com 900 km de linhas de
distribuição), 19 viadutos, 5,6
quilômetros de túneis viários (Santa Bárbara
e Rebouças entre eles), a
Rodoviária Novo Rio e o Parque do Flamengo.
Colocou 600 ônibus do
estado para reforçar o transporte público, implantou 3
usinas de tratamento de
lixo e muito mais. Eduardo Paes, pelo que tudo indica, está no
caminho certo.
Vai deixar também um belo legado.
DEFASAGEM
PROFISSIONAL (Janeiro 2011) Estamos
com a formação de profissionais nas áreas de
engenharia, especialmente a civil, e alta tecnologia inteiramente
defasada.
Permanecemos ainda centrados na produção de commodities,
13% do mercado
mundial, enquanto os produtos de média e alta tecnologia
movimentam 60%. Os
maiores entraves para a produção de engenheiros e
profissionais de nível
superior no setor técnico em geral, que vem acontecendo no
país e está
representando um grande obstáculo para nosso desenvolvimento,
são três.
Primeiro, a obsolescência do ensino brasileiro, pouco
prático, antiquado, muito
teórico e desestimulante, enfim, arcaico. Segundo, o
desequilíbrio na
remuneração dos profissionais, resultante de uma maldição que é marca de
país subdesenvolvido,
o bacharelismo, que faz com que o salário nas áreas da
Justiça e burocracia em
geral seja várias vezes superior ao de um engenheiro, do qual é exigida uma
inteligência e
capacidade intelectual muito maiores do que as dos funcionários
utilizados
naquelas atividades. O terceiro é o fato de a
administração do Brasil
permanecer na mão de políticos profissionais, na maior
parte das vezes
aventureiros que formam verdadeiras dinastias de incompetentes e
linhagens de
desonestos na administração pública.
O
LIXO
OLÍMPICO (Dezembro 2010) À
primeira vista, a Central de Tratamento de
Resíduos - CTR, em Seropédica, parece uma excelente
solução para a destinação
do lixo do Rio e outras cidades da Baixada Fluminense, como parte dos
melhoramentos previstos visando à Olimpíada da Rio, e
tendo em vista a
saturação do lixão de Gramacho. Os
municípios vizinhos vão pagar a Seropédica
pelo uso do equipamento, que gerará 30MW de energia
elétrica (suficiente para
abastecer uma cidade de 200 mil pessoas) com a biodigestão dos
resíduos e
promoverá uma mitigação de 1,9 milhões de
toneladas de CO² por ano, o
equivalente a uma redução de frota de 1,4 milhão
de carros a gasolina. Além
disto, os créditos de carbono ainda serão negociados na
área do Mecanismo de
Desenvolvimento Limpo, vinculado à ONU. A
prevenção da poluição do solo será
garantida, conforme a empresa responsável pelo projeto, por meio
de uma tripla
camada de mantas reforçadas de polietileno providas de sensores
para evitar
qualquer falha, o que há de mais avançado no mundo. Entretanto,
este equipamento será instalado
sobre um aquífero, o de Piranema. E no Brasil, como sabemos,
ninguém garante
que as regras de segurança serão cumpridas. E o
transporte dos rejeitos pelas
vias públicas, como se fará? E
qual será
o efeito do depósito no período das enchentes, comuns na
baixada? O prefeito de
Seropédica já se colocou contra o empreendimento.
Haverá alternativas? BOAS-NOVAS Todos
sabemos da repercussão que a realização da
Olimpíada de 2016 terá na economia do Brasil e no
espírito de seu povo, daí nos
preocuparmos tanto com a revitalização do Rio de Janeiro,
palco do evento.
Agora mesmo, a prefeitura da cidade, conforme vínhamos propondo,
está trazendo
mestres calceteiros de Portugal para ensinar como fazer ou recuperar as
calçadas de pedras portuguesas, que se tornaram uma marca
não só de Copacabana,
mas do Brasil. E foi criada, conforme sugerimos também, uma
linha de BRT para
ligar a região do Porto da Cidade, reestruturada e com suas
futuras atrações -
menina dos olhos da atual administração da Cidade –
à Novo Rio, principal
terminal rodoviário carioca, ao metrô e outros meios de
transporte, integrando
a Zona Portuária ao resto da cidade. É por esta porta
– o novo Rio de Janeiro
que está surgindo – por onde vai entrar o desenvolvimento
do turismo brasileiro
e se espalhar por todas as regiões do Brasil, com suas
extraordinárias belezas
- Sul, Sudeste, Norte, Nordeste e Centro-Oeste - levando progresso e
novas
condições de vida para toda a população.
Solução para os apressados (Setembro)
Para quem
tem pressa e
quer uma moradia barata e de boa qualidade, não fazendo
questão de viver numa
residência construída com alvenaria convencional, uma boa
opção é a casa
edificada com blocos cerâmicos estruturais. Neste tipo de
construção, as
paredes feitas de blocos cerâmicos têm função
estrutural e as instalações
elétrica e hidráulica são embutidas nos
vãos dos blocos dentro da alvenaria, o
que evita cortes e quebra-quebra. A alvenaria
estrutural
também permite o uso de laje e a construção de
outro pavimento sem necessidade
de estrutura de concreto. A construção é
rápida e econômica. Concluída a
montagem da casa, que é feita com rapidez, não
será necessário revestir os
blocos, que poderão receber, se o proprietário desejar,
apenas tratamento com
verniz. Vantagens
do bloco cerâmico:
leveza (menor custo das fundações); bom
isolamento térmico e acústico;
racionalização da construção;
redução do
desperdício dos materiais e na produção de
entulho; menor espessura no
revestimento; maior limpeza no canteiro de obra; facilidade no acerto
da
prumada das paredes; facilidade no uso de componentes
pré-moldados, como vergas
e contravergas. Desvantagem:
falta de flexibilidade para a realização de
modificações, como ampliação de
alguma dependência, acréscimos, alteração de
função de cômodos, mudanças
nas instalações
elétrica e hidráulica
etc. Direitos adquiridos esbulhados A
área da Agência Boletim é a da
construção, mas vamos
falar aqui da nova lei relativa aos royalties do petróleo que
nos ameaça, pois
ela prejudicará toda a economia fluminense, incluindo a
construção civil. O tal pacto federativo a que muitos se referem quando falam da equanimidade na distribuição dos lucros da atividade petrolífera já foi rompido há muito tempo, quando se passou a cobrar o ICMS do petróleo, do gás natural e da energia elétrica no destino e não na origem, como nos demais casos. Nesta oportunidade também não houve tratamento equitativo dos entes federativos, mas a lei continua vigorando anticonstitucionalmente. Todos sabem que o prometido veto presidencial vai ser derrubado no Congresso e o esbulho vai se consumar, com nosso líder lavando as mãos. E já que não somos considerados iguais ante a federação, que tal nos tornarmos um estado autônomo até que nossos direitos sejam reconquistados? Que belo e rico país seria o Rio de Janeiro!
COMPRANDO O IMÓVEL DOS SONHOS (JUNHO 2010) Muita
atenção nestes
períodos de euforia de vendas no mercado imobiliário,
época de feirões e
“oportunidades imperdíveis”. Não
vá, no
embalo do entusiasmo, comer gato por lebre. Quando se interessar por
uma casa
ou apartamento, não deixe de fazer as checagens de praxe. Se for
apartamento
novo, visite o imóvel para vistoriá-lo, e as empresas
têm que fornecer o Manual
do Proprietário referente a ele. Nos antigos, verifique tudo:
indícios de
infiltração, funcionamento das instalações
elétrica e hidráulica etc. Procure
algum arquiteto, engenheiro ou construtor amigo para
acompanhá-lo na visita. Pela
lei, você tem 90
dias para reclamar de vícios aparentes: portas com defeito,
azulejos soltos,
janelas emperradas e problemas semelhantes. Para vícios ocultos,
como falhas
nas instalações, defeitos estruturais etc., são
cinco anos.
Visite
o imóvel de dia e à noite. Veja se tem boa
insolação. Caso ele
esteja localizado em área movimentada, avalie se o
tráfego e os ruídos não
incomodarão. Observe se o bairro possui uma boa estrutura de
comércio e
atendimento pessoal, como escolas, posto de saúde,
clínicas, supermercados,
farmácias, banco, padaria, clube etc. MERCADO IMOBILIÁRIO (MAIO 2010) O
desenvolvimento
acelerado do mercado de imóveis impulsionado pelos investidores
do exterior e
seus representantes nos BRICs, diante da saturação dos
mercados europeu e
americano, infelizmente vem sendo
prejudicado pela falta de infraestrutura
no país, cuja implantação seria a parte que nos
caberia no processo.
FALANDO
SÉRIO Deixemos
de lado
brincadeiras como o Favela-Bairro, PAC, Minha Casa Minha Vida e outras
que
tais, e falemos sério. Os políticos que dirigem o
país desde a fundação da
república vem invariavelmente prometendo urbanizar as agora
amenamente chamadas
“comunidades”, eufemismo de favelas. Em verdade, a
urbanização completa dos
morros de maior aclive é impossível técnica e
economicamente. A solução real
para o problema, agora a única que restou, seria a
implantação nestes locais de
ruas construídas dentro das normas regulamentares: vias com 12
metros de
largura, com caixa de rolamento e passeios, inclinação
máxima de 25% em
pequenos trechos e 8% nos demais até onde pudessem chegar sem
obras de
contenção. Nestes espaços se ergueriam vilas e
pequenos conjuntos de apartamentos
com até 4 pavimentos integrados à última quadra da
rua do bairro que lhes dá
acesso, formando condomínios fechados, o que
impediria a refavelização do local. Para o
excedente da população destas
áreas seriam edificados outros condomínios em novos
locais, aproveitando de
preferência loteamentos bem situados já existentes, que
receberiam toda a
infraestrutura necessária: escolas, comércio, centros
esportivos e
comunitários, creches, transporte integrado e espaço para
a implantação de
pequenas empresas, instaladas com estímulo governamental. E
temos agora a
grande oportunidade para a implantação de um plano deste
tipo: a construção do
Arco Rodoviário, ao longo do qual – 145 quilômetros passando por 8 municípios - poderiam
ser
distribuídos bairros especialmente planejados para receber o
excedente
populacional das favelas, aproveitando a oferta de empregos que as
centenas de
grandes empresas que ali se estão instalando, ou pretendendo
faze-lo em futuro
próximo, produzirão. As
soluções
paliativas que nos oferecem agora são a
consolidação do erro: os moradores das
favelas vão continuar sem endereço e, portanto,
excluídos socialmente; as
ligações clandestinas de água e energia prosseguirão dando
prejuízo
aos fornecedores; a
prestação de
serviços básicos persistirá inviável, como
o socorro médico prestado por
ambulâncias, correios, defesa civil, consertos das redes
(água, esgoto, gás,
telefonia, energia), entregas e policiamento; até
chegarmos ao caos social. O que a
população do Rio está precisando
imediatamente é de uma solução definitiva para o
problema das favelas, que
devolva a cidadania a seus
moradores e termine de vez
com as enxurradas de esgoto e lama que
estão provocando
acidentes, entupindo galerias, prejudicando as atividades
econômicas, afastando
turistas, alagando ruas, poluindo a cidade e, mais do que tudo, matando
nossa
gente.
Resumindo : Se não houver a mudança das comunidades
carentes para lugares planejados que propiciem o acesso de
serviços, escolas, hospitais e transporte não há
solução e continuaremos ver a morte pela televisão
ou quem sabe ao vivo nas nossas portas. O dry wall (ou drywall) Ainda
pouco utilizado no Brasil, o sistema de
construção a seco chamado dry wall, que substitui as
paredes tradicionais de
alvenaria por placas de gesso aparafusadas a chapas de
metal, está virando moda. Afinal, apresenta
muitas vantagens: tem apenas 10% do peso da alvenaria e produz um
quarto de
entulho desta, além do que é montado mais rapidamente.
Mas nem tudo são flores
neste sistema. Dificuldades de uso em áreas molhadas, pouco
isolamento acústico
nas paredes sem tratamento (o que pode ser vantajoso, se você
gosta de ouvir as
discussões no quarto ao lado), uso exclusivamente interno.
Portanto, nada de
empolgação: antes de usar o dry wall (drywall), consulte
um especialista na
área para ver ele atende às suas expectativas.
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Em
construção, o caro acaba saindo barato Ao escolher os materiais para a construção de sua casa, pense na manutenção que ela demandará nos próximos dez anos. Com o tempo, você só ganhará, tanto financeiramente quanto em tranquilidade, se optar por materiais de baixa manutenção e melhor qualidade. Ao adquirir esquadrias de alumínio, por exemplo, em vez das de madeira, economizará em tinta, vernizes, anticupim, consertos de empenamento e apodrecimento. Escolhendo piso laminado de fórmica no lugar do de madeira, não gastará com sinteko, cera, tacos soltos, lixamento, mão-de-obra e sujeira. E o madeiramento do telhado? Quanto poupará em consertos, troca e reposição de peças, se utilizar uma madeira como a maçaranbuba? Metais e ferragens de boa qualidade funcionam durante uma década sem dar problemas. Quanto você gastará em trocas de componentes, até aparelhos inteiros, reparos e aborrecimentos comprando aqueles bem baratinhos adquiridos numa promoção ou até em camelô? Economia
na ponta do lápis As lâmpadas fluorescentes compactas
são
realmente mais econômicas? – costumam
perguntar as pessoas. É evidente que seu uso é
benéfico para o meio ambiente
porque elas consomem 1/4 da energia de uma lâmpada incandescente.
Mas a
diferença de preço entre as duas compensará?
Vejamos um exemplo prático, o das
lâmpadas que deixamos acesas fora de casa para iluminar varandas,
jardins e
quintais. Elas costumam ficar ligadas por 12 horas seguidas a cada dia
e,
portanto, por 360 horas no mês. Como o quilowatt no Rio custa R$
0,52172, as
incandescentes que consomem 60w por hora, 12 horas por dia, durante um
mês,
gastarão R$ 11,269152. Já a fluorescente compacta
consumirá no mesmo período R$
2,817288. Nada mal! E tem mais: as
fluorescentes duram em torno de 8 vezes mais do que as comuns.
Caixa d’água vedada Com
o perigo da dengue, muita gente anda querendo trocar
sua pouco higiênica caixa d’água de tampa solta
pelas modernas, vedadas. Mas
logo todos pensam no peso enorme daquele trambolho a ser levado para o
alto da
casa ou do prédio, os transtornos da instalação e
seu custo. Acabam desistindo
da empreitada. Mas o peso, o trabalho e o custo são muito
menores do que se
pensa. Veja só o peso para caixas de 500 litros: fibrocimento,
67 quilos; aço
inox, 17kg, polietileno/polipropileno, 12, 1 kg. Em poucas horas, sem
transtornos e sujeira, qualquer um pode
ter sua caixa nova limpinha, fechada e asseada, sem
sujeira e insetos. Para calcular qual a
capacidade da sua caixa (ou duas caixas, pois às vezes é
mais interessante usar
2 de 500 litros em vez de uma de 1000) utilize este critério:
200 litros por
cada morador da casa. Assim, se eles forem 4, o volume será de
200 x 4 = 800
litros mais um adicional de 25%. Capacidade total: 1000 litros.
Viva
a pedra portuguesa ou abaixo a pedra portuguesa? Muita
gente, em
especial as mulheres, detesta os calçamentos com pedras
portuguesas porque eles
prendem os saltos altos dos sapatos ou costumam se soltar, criando
buracos onde
vivemos tropeçando. O erro, porém, não está
nas pedrinhas, mas na administração
das cidades, que não faz a devida conservação das
vias públicas. Pisos de concreto, por exemplo, que geralmente substituem as pedras portuguesas, são muito piores, um desastre técnico e estético: desgastam-se rapidamente, ficando encardidos e cheios de remendos, com perigosas rachaduras, produzindo um resultado desastroso. O
mosaico português
bem feito tem inúmeras vantagens: as pedrinhas podem ser
reaproveitadas
indefinidamente; formam belos desenhos decorativos e
característicos, como os
de Copacabana; podem ser repostas com facilidade após obras de
reparo dos
serviços públicos, sem deixar vestígios; seu
rejuntamento permeável permite a
absorção parcial das águas da chuva. O que estamos
precisando fazer é
recontratar os conceituados mestres calceteiros portugueses para
reciclar os
nossos profissionais com o objetivo de recuperar este tipo de
calçamento que se
tornou característico do Rio e que tanto os turistas admiram.
Pode não parecer,
mas ele é um daqueles fatores que, somados, dão este
encanto que fascina os
visitantes de nossa cidade.
Declaração
de posse Se
você for detentor de
uma posse, não fique apenas esperando que se complete o tempo
legal necessário
para a sua legalização. Por
garantia,
faça uma Declaração de Posse e
registre-a
1 VACINA ANTIPREJUIZO Quando fizer sua obra, sempre que possível, procure prever modificações futuras, ampliações e melhoramentos, e deixar as bases das novas instalações que serão implantadas. Uma alteração que interfira no sistema de impermeabilização, por exemplo, fará com que este corra sérios riscos de ser prejudicado. Os gastos com uma edificação ao logo de 50 anos – segundo o IBI, Instituto Brasileiro de Impermeabilização – é percentualmente o seguinte: idealização, 0,2%; projeto, 0,8%; construção, 14%; uso e operação, 80%; readaptação para uso (reforma), 5%. Usar e manter um imóvel, portanto, é bem mais caro do que construí-lo. Melhoramentos Como
estamos numa temporada de construção e reformas com
base na estabilização dos preços dos materiais, e
o revestimento é um dos
objetivos mais visados, passamos algumas dicas para a escolha dos
materiais
mais comuns utilizados neste trabalho. Tinta
- Prefira o látex acrílico. E a repintura deverá
ser
feita a cada dois anos. Escolha a cor e guarde a fórmula para
repinturas
posteriores, se quiser repeti-la. Antes da pintura, use fundo
preparador ou
selador para obter um melhor resultado.
Entre cada demão de tinta, aguarde pelo menos seis horas. Cerâmica
– Escolha as peças que tenham baixa absorção
de
água. As paredes, antes de receberem a argamassa colante,
deverão estar
emboçadas, desempenadas e chapiscadas. O rejunte recomendado
é o flexível. Pedra
– As pedras decorativas deverão se assentadas sobre
massa grossa (2,5cm de espessura). Prefira para seu assentamento argamassa colante e rejunte com epóxi
ou
outro material que evite infiltração de água.
Depois realize a limpeza com
jatos d´água, podendo ser necessário utilizar cloro
em alguns casos. Depois de
seca, a superfície deverá receber um tratamento
com resinas ou
hidrofugantes.
CALÇADAS VALORIZAM IMÓVEIS A mais
barata, sem dúvida, é o cimentado simples. Para sua
confecção, coloque ripas de
madeira a cada Para a
confecção do passeio mais econômico, comece por
molhar e compactar o solo.
Depois faça um contrapiso de no mínimo 3cm de concreto
magro. A seguir,
construa o piso propriamente dito, com O
traço
(mistura) será o seguinte: Contrapiso - um saco de cimento, 8 latas de areia e 11 de pedra e duas de água. Este concreto será suficiente para produzir 8m2 de contrapiso. Piso - Um
saco de cimento, 4 latas de areia, 6 de pedra e 1,5 de água.
Será o suficiente
para
CALÇADAS VALORIZAM IMÓVEIS A mais
barata, sem dúvida, é o cimentado simples. Para sua
confecção, coloque ripas de
madeira a cada Para a
confecção do passeio mais econômico, comece por
molhar e compactar o solo.
Depois faça um contrapiso de no mínimo 3cm de concreto
magro. A seguir,
construa o piso propriamente dito, com O
traço
(mistura) será o seguinte: Contrapiso - um saco de cimento, 8 latas de areia e 11 de pedra e duas de água. Este concreto será suficiente para produzir 8m2 de contrapiso. Piso - Um
saco de cimento, 4 latas de areia, 6 de pedra e 1,5 de água.
Será o suficiente
para
RIO
2016 – Sejam todos bem-vindos! Diversos cidadãos estão contra a realização da Olimpíada de 2016 no Rio, alegando que teríamos outras prioridades, como o restabelecimento da segurança pública e melhoramentos nas áreas de habitação, transporte, saúde e saneamento para efetuar. Não é preciso ser muito brilhante para perceber que um acontecimento de tal porte na cidade ajudará, e bastante, na execução destas benfeitorias. Muito terá que ser investido em infraestrutura no Rio para este evento, inclusive por exigência do Comitê Olímpico Internacional, o que não aconteceria sem os Jogos. E, sobretudo, haverá benefícios imediatos. Sydney, após receber os últimos Jogos, além de obter um grande lucro direto, viu aumentar extraordinariamente o fluxo de turistas e investimentos, não só para a sua região, mas para toda a Austrália. A vocação natural do Rio é o turismo, que depende muito de divulgação, e uma olimpíada atrai os olhares do mundo para o local onde ela se realiza. Para se ter uma idéia dos benefícios que uma olimpíada trará para a atividade turística carioca, que tende a ser a base de nossa economia, basta dizer que, sendo escolhida a capital fluminense como sede dos Jogos Olímpicos de 2016, haverá a duplicação de nossa rede hoteleira em poucos anos e teremos vários complexos de diversão, entretenimento e serviços diversos sendo aqui instalados, representando um grande fluxo de investimentos. Sem falar da aceleração da expansão do metrô e da despoluição da Baía, por exemplo. O que isto representará em benefícios sociais para todos nós? E parabéns para todos os que participaram da organização da recepção aos membros do COI que nos visitaram: ela foi bem organizada e calorosa, sem muita formalidade, tudo dentro do tradicional espírito carioca. HABITAÇÃO
X BUROCRACIA No Rio, por
exemplo, o
Favela-Bairro, para dar certo, terá que ser inteiramente
reformulado. A
ocupação irregular do solo da cidade chegou a tal ponto
que somente um projeto
radical poderá resolver a situação. As favelas
cariocas têm problemas básicos
irremediáveis, como a construção maciça em
encostas, que faz carrear para a
cidade montanhas de detritos a cada chuva, cobrindo ruas, entupindo
dutos,
poluindo praias, afugentando visitantes. Antes daa
ocupação das encostas, as
enxurradas que desciam dos morros eram de águas limpas que
corriam e escoavam
rapidamente. Hoje são lama e lixo que se acumulam nas vias e
praças dos bairros.
Situações como esta tornam inúteis
investimentos maiores, como os
realizados na construção de cinturões e grandes
galerias. Além
disto, a quase
totalidade dos moradores das amenamente chamadas
“comunidades” alcançadas pelo
Favela-Bairro continuarão sem cidadania, não
dispondo de endereço,
escalando ou descendo montanhas enlameadas para ir trabalhar ou
estudar,
prejudicando as concessionárias de água e energia,
não tendo acesso a serviços
públicos básicos e atendimentos de emergência. E a
desordem social nessas áreas
torna impraticável qualquer ação pública,
especialmente na área de segurança.
Sem controle, a cada momento nasce mais uma favela. Por isto o
número das
“comunidades” cresceu 50% nos últimos anos. E
não adiantam paliativos como o Favela
Bairro. Ou se tomam providências urgentes, concretas e
eficazes, que
levem moradias dignas a todos os habitantes carentes de nossa cidade,
com
loteamentos em áreas planas dotados de infraestrutura
completa, ou
veremos o Rio de Janeiro acabado em pouco tempo, transformado numa
cidade-favela. E não é por falta de motivo que milhares
de empresários
abandonaram o Rio de Janeiro, como demonstra o caso clássico da
Av. Brasil,
antes repleta de empresas, e que agora mais parece um cemitério
de galpões
abandonados. E ainda há os danos para o turismo, atividade que
poderia
enriquecer nossa cidade. Dificuldades
como esta
não se resolvem de uma hora para outra nem com improvisos. Para
o Rio e outros
centros urbanos que têm favelas, hoje só resta uma
solução séria e definitiva
para fazê-las desaparecer dos mapas das cidades: estender
as ruas dos
bairros que servem a estas comunidades até onde estas possam ir
dentro das
normas das prefeituras sem grandes obras de contenção.
Nestes locais seriam
construídos apartamentos e casas para os antigos moradores. A
entrada para
estas áreas urbanizadas não se faria junto ao morro ou
local onde elas se
encontrem, mas na primeira esquina das quadras da rua que lhe deem
acesso, com
as quais formariam um condomínio fechado, o que impediria novas
edificações na
área. Os espaços verdes remanescentes se incorporariam a
estes condomínios para
desfrute de seus moradores, que por isto se esmerariam em
preservá-los.
Nós
e o
Arco Metropolitano - E o que a gente tem a ver com isto? – é o que sempre ouvimos alguém dizer quando falamos de grandes obras públicas, principalmente quando elas são distantes e estão aparentemente fora de nosso dia-a-dia. É o caso do Arco Metropolitando do Rio de Janeiro, o anel que contornará a capital fluminense e ligará o porto de Itaguaí a Itaboraí, servindo a Magé, Guapirim, Duque de Caxias, Japeri, Nova Iguaçu e Seropédica. Esta extraordinária obra rodoviária com 145km de extensão influenciará significativamente nossas vidas. Vai desafogar a Ponte Rio-Niterói e a Avenida Brasil; está criando 310 mil empregos diretos e indiretos, o que contribuirá para a redução da criminalidade; atrairá a população trabalhadora para a periferia do Rio, inclusive criando novas ocupações para os jovens que estão chegando ao mercado de trabalho (serão mais noventa escolas técnicas a ser instaladas), todos procurando se estabelecer nas proximidades do local onde exercerão suas atividades, o que reduzirá a pressão populacional sobre as favelas, facilitando a solução deste problema social do Rio; atrairá novas empresas, além das gigantes que já se estão instalando nas redondezas do novo porto de Itaguaí, produzindo ainda mais oportunidades de progresso para todos em nosso estado. Enfim, o Arco Metropolitano é tudo de bom. RIO DISNEY Estamos
vivendo uma rara
oportunidade de tornar o Rio um grande centro mundial de turismo
receptivo
graças à realização da Copa do Mundo do
Brasil, a possibilidade de uma
Olimpíada também acontecer aqui, além de
acontecimentos no exterior que
colaboram para a realização do projeto, como a
insegurança que as
tsunamis e o terrorismo trouxeram para outras regiões
aprazíveis do planeta.
O que a Agência Boletim propõe principalmente
é que se crie no Estado do
Rio de Janeiro uma Disney tropical, a RIO DISNEY. As vantagens
deste
projeto nem é preciso citar: enorme capacidade de produzir
divisas com rapidez
e sem poluição; geração de centenas de
milhares de empregos diretos e indiretos
antes, durante e depois da instalação do complexo; "boom"
na
hotelaria e na construção civil;
divulgação do País no exterior;
irradiação das visitas a todas as demais regiões
do país e a consolidação
do Brasil, e do Rio em particular, como destino turístico;
reversão do
fluxo de divisas no setor de turismo; revigoramento das festas
populares e das
atividades e eventos relacionados ao turismo, como Carnaval,
réveillon,
comércio, moda, joalheria, artes, música, esportes
e gastronomia. Para os empreendedores seria excelente ter um Disneyworld tropical, localizado em outro hemisfério, aproveitando a inversão das estações, já que quando no Brasil é verão, Estados Unidos, Europa e Japão, os maiores emissores de turistas, vivem o inverno. E já teríamos até o personagem símbolo do parque, o internacional Zé Carioca. Quer dizer, um empreendimento fadado ao sucesso.
Por razões técnicas, a melhor localização deste complexo seria, sem dúvida, as proximidades de Cabo Frio, região de baixa pluviosidade, com aeroporto alfandegado, clima ameno, acesso rodoviário fácil (depois de concluida a duplicação da Amaral Peixoto), proximidade de portos (Rio de Janeiro e Arraial do Cabo), facilidade de acesso aos turistas oriundos dos países da América do Sul e demais estados brasileiros, mercado garantido, ambiente de grande beleza, céu claro, praias e lagoas.
PADRÕES DE CONSTRUÇÃO: ALTO E LUXO. A respeito da diferença entre os padrões alto e luxo utilizados em nossas tabelas de valores do metro2 construído, desejamos fazer alguns esclarecimentos sobre o critério que empregamos para defini-los. Na realidade, não pode haver um padrão exato de luxo, tendo em vista que este conceito é muito elástico, pois ele se define pela qualidade do material utilizado, - especialmente no acabamento -, especialização da mão-de-obra empregada, qualidade e quantidade dos equipamentos existentes.
Num revestimento luxuoso, por exemplo, tanto podem ser utilizadas placas de mármore de Carrara a R$ 250,00 o metro quanto pastilhas esmaltadas em ouro e platina a R$ 2000,00. E há variáveis, como dimensionamento e qualidade dos equipamentos de copa e cozinha, climatização, nível de automatização, quantidade dos painéis de vidro temperado e laminados utilizados, equipamentos como ofurôs e home-theaters, projetos especiais de iluminação, instalações de segurança, monta-cargas, elevadores etc. Mas, na maioria dos casos, apenas uma pequena quantidade destes requintes são empregados num só projeto. Nós optamos por tomar por base algo que poderíamos chamar de luxo mínimo, aquele que é empregado na maioria dos casos. Anualmente, analisamos alguns projetos de moradias de luxo e verificamos quanto, em termos percentuais, eles variam em relação aos de padrão alto e o resultado aplicamos em nossas tabelas. COMPRA DE IMÓVEL X CHUVAS Estamos
vendo cada vez mais as
inundações chegarem a locais onde estas jamais ocorreram.
Esse fenômeno ocorre
porque onde havia cobertura vegetal, agora existem
construções e ruas
asfaltadas. As águas das chuvas não são mais
absorvidas ou retidas pela
vegetação e escorrem em velocidade e quantidade muito
superiores às de
antes. Os sistemas de esgotamento não foram dimensionados
para tal volume
e transbordam, sem contar que há o assoreamento de rios e canais
devido às
erosões nas encostas e a deposição de lixo nas
ruas mais altas. As soluções
para esses problemas estão, evidentemente, nas mãos das
autoridades. Só resta,
então, ao comprador de um imóvel, estudar sua
localização para não se arriscar
a ficar com água pelo pescoço em sua nova casa durante
algum temporal. A
princípio, o adquirente de um imóvel deve dar
preferência aos chamados bairros
altos que têm cotas superiores às dos adjacentes. Ele deve
consultar também a
vizinhança para saber o que acontece no local em dias de chuvas
fortes. Deverão
ainda ser evitadas a proximidade de morros ou elevações e
localidades que
dependam da dragagem de rios e canais para o escoamento adequado das
águas
pluviais.
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